O Que É Graça Preveniente

É importante entender que a salvação nunca começa com algo que nós fazemos, mas sempre como uma resposta a algo que Deus fez. Pensar que a salvação começa com nosso arrependimento de nossos pecados e convite para que Jesus entre em nossos corações não é a forma que as Escrituras entendem todo o processo de salvação. Antes, a salvação sempre começa com uma ação anterior de Deus. Ele age, e nós respondemos ou resistimos. Ela sempre segue esse padrão.
 Uma abordagem de todas as maneiras que Deus nos prepara para receber o evangelho é usar o termo “graça preveniente (precedente)”. A graça preveniente diz respeito a todos esses atos da graça em nossas vidas que antecedem a nossa conversão. Sabemos que tal graça existe porque Jesus disse que “ninguém pode vir a mim, se o Pai que me enviou o não trouxer” (Jo 6.44). Há uma “atração” ou “preparação” que precede nossa efetiva conversão.
  A outra razão que sabemos que a graça de Deus deve preceder nossa decisão de seguir a Cristo é que as Escrituras nos ensinam que estamos mortos em nossos delitos e pecados à parte de Cristo (Ef 2.1). As Escrituras não ensinam que estamos meramente doentes ou que o nosso progresso espiritual geral é lento, mas que estamos espiritualmente mortos. (Esta é uma outra grande característica distintiva do Cristianismo.) Isto significa que somos incapazes de nos ajudar ou de nos salvar sem uma ação prévia de Deus.
 Muitos cristãos creem na doutrina da depravação total. Isso significa que os seres humanos estão mortos em seus pecados e não podem fazer nada para ajudar ou melhorar seu estado espiritual diante de Deus. Entretanto, é também um ponto de vista cristão crer no livre arbítrio. Isto significa que afirmamos que Deus quer que agimos e tomamos decisões a seu favor. Este é o problema: Como uma pessoa espiritualmente morta pode agir ou decidir dar suas vidas a Cristo? A Bíblia está repleta de prescrições para agir – as pessoas são chamadas a se arrepender, crer, vir, decidir e assim por diante. A resposta é a doutrina da graça preveniente. Esta é a ponte entre a depravação humana e o livre exercício da vontade humana. A graça preveniente é um ato soberano de Deus pelo qual ele suspende a raça humana de sua depravação e nos concede a capacidade de respondermos à graça de Deus. Ela é um ato de Deus de favor imerecido. É a luz de Deus “que ilumina a todo o homem” (Jo 1.9, ACF), que nos levanta e permite que exercemos nossa vontade e respondemos à graça de Cristo.
 Deus toma a iniciativa para criar uma capacidade universal para a raça humana para receber sua graça.  Muitos, obviamente, ainda resistem a sua vontade e persistem em rebelião contra Deus. A doutrina da graça preveniente protege a igreja de visões que argumentam que não há nenhuma natureza pecaminosa. Ela também protege a igreja de visões que argumentam que Jesus morreu somente por aqueles que foram eleitos desde toda a criação para ser seguidores de Cristo. A graça preveniente preserva tanto a depravação da raça humana quando nossa confiança que Jesus morreu por cada pessoa que já viveu ou irá viver. De fato, a graça preveniente tecnicamente não afirma o livre arbítrio no sentido que todos podemos decidir seguir a Cristo sempre que quisermos, porque isto pressiona a salvação demais para a ideia que ela depende de nossa iniciativa. Pelo contrário, o que é algumas vezes chamado de “livre arbítrio” é na verdade “arbítrio liberto,” uma vontade escravizada que foi libertada por um ato imerecido da graça de Deus. Ela não é, obviamente, livre em todo aspecto possível, visto que todos ainda somos influenciados de muitas maneiras pelos efeitos da Queda; mas agora temos uma capacidade restaurada que possibilitou que nosso coração, mente e vontade respondessem à graça de Deus.
Porque que a Teologia é importante?

Muitos cristãos hoje estão proclamando que a teologia não é importante ou até mesmo necessária; tudo o que precisamos fazer é amar a Jesus, alguns se orgulham em pastorear igreja e terem driblado a necessidade de ter feito algum curso teológico. Temos um grande problema nas igrejas de hoje como certas doutrina desaparecendo dos nossos púlpitos, e é substituído pelo que "se sente bem" ou o que sentimos é necessário. Quando a teologia desaparece da igreja e nos seus líderes, teremos uma "liberdade para todos" do que pensamos ser a verdade. Tudo o que vai fazer é desonestidade, e uma erosão de sua convicção. Nós como igreja, ou como um único cristão praticante, não seremos capaz de pensar com sabedoria sobre a nossa cultura, que estamos em Cristo, ou quem Ele é e o que Ele fez. Em vez disso, vamos tomar o que se sente bem, deixando Deus e Seus caminhos atrás de nós. Estaremos deleitando-se com o irracional, enquanto Cristo está à porta e bate Por causa do barulho da nossa vontade, não vamos abrir a porta! Desta forma criamos uma igreja antropocêntrica.
Devemos começar com a aceitação de Deus como Senhor e Salvador. Ao fazê-lo, nós aceitamos a Palavra de Deus, e teologia é estudar e conhecer e compreender Deus, quem Ele é, Seus atributos, por meio de sua Palavra. Para negar a teologia requer negar Deus também!
Uma igreja sem teologia é uma igreja sem conhecimento correto de Deus, como a teologia é conhecer quem é Deus e o que Ele fez por nós! Uma teologia sem Deus soberano não é simplesmente uma opção para a igreja ou a nossa fé diária, porque nós vamos substituí-lo com os ídolos, (qualquer coisa que toma o lugar de Deus, a partir de um totem para o dinheiro, é um ídolo) ou a nós mesmos!

Portanto, a teologia, boa teologia, é um sistema lógico de verdade que é racionalmente neutralizada a partir do que as Escrituras ensinam claramente. Nunca estamos a ler em que não está lá ou apenas acreditar em algo porque é assim que nós crescemos ou ter sido ensinado. Começamos como cristãos crentes na Bíblia que anseiam para colocar a Bíblia em primeiro lugar e acima de todos os desejos, sentimentos ou esquemas de pensamento.
POR QUE LER AGOSTINHO?[1]
Em nossa breve tradição protestante no Brasil, a reação ao catolicismo romano tem, não raras vezes, rejeitado muito dos símbolos, tradição, produção teológica, proponentes da fé que são, normalmente, associados à Roma. Assim, não é incomum alguma desconfiança do leitor mais desavisado, porém sincero e zeloso, quando se fala no proveito que temos pela leitura e aprendizado com aqueles que estejam ligados à tradição romana. Mas essa reação muitas vezes é exagerada e mais emocional do que justa. Muito do que é rejeitado é herança da cristandade, da fé cristã na história e de imenso proveito para os cristãos hoje. Faríamos bem em, ao contrário dessa tendência, resgatar e valorizar esse rico legado.
Em Agostinho, particularmente, há muito que aprender – como fizeram também nossos pais reformadores e toda tradição cristã nesses últimos dezessete séculos.
E há muito o que ler de Agostinho. Dentre os Pais da Igreja, seus escritos são os mais abundantes. A história de sua vida e sua obra foram catalogados pelo cuidadoso trabalho de seu biografo e contemporâneo Possídio, que escreveu a Vita Augustini e indexou nela o Indiculos, que elencava e reproduzia suas principais obras. São centenas de homilias e cartas ainda preservadas e várias obras filosóficas e teológicas que, conforme coloca Ratzinger, “são de importância fundamental, não só para o cristianismo, mas para a formação de toda cultura ocidental”.[2]
Em seus escritos, temos um tesouro de sabedoria que pode fazer muito bem ao povo de Deus, se lido com discernimento. É claro que Agostinho teve os seus limites e cometeu seus equívocos. Mas encontramos nele uma mente brilhante e um coração radiante, que ardia por amor a Deus, como pouco se vê em nossos tempos. Temos nele um esforço diligente para submeter todas as coisas à revelação. Suas Confissões, aliás, são a grande prova disso. Foi somente quando a Escritura falou que sua obstinada busca pela verdade cessou. A partir desse ponto, ele passa a ser um estudioso da verdade contida nas Escrituras.
Conforme colocou Solano Portela “Agostinho cavou nas Escrituras em busca da verdade; a Reforma fez o mesmo; Calvino continuou cavando e olhando com mais clareza as Escrituras; nós temos de fazer o mesmo. Igreja Reformada sempre se reformando é isso”.
Em Agostinho, temos uma impressionante profundidade teológica, assertividade e firmeza doutrinária, intensa devoção a Deus, inquestionável respeito ao texto bíblico e genuína preocupação pastoral.
Essas qualidades são um grande estímulo para o estudante de teologia, particularmente, mas também para todo cristão sincero que busca agradar a Deus e viver neste mundo vil e cheio de perigos – especialmente diante dos muitos desafios enfrentados pela fé cristã de nossos tempos, em que os valores deste mundo são difusos, em que há uma crise de conteúdo e substância de fé e onde os homens - e, surpreendentemente, até mesmo uma ala do cristianismo - suspeitam dos dogmas e afirmações da Palavra de Deus e da ortodoxia cristã. Em Agostinho temos a junção de vida vigorosa e doutrina robusta. Isso faz dele um campeão da fé.
Mais uma vez, Ratzinger oferece um útil insight sobre a obra de Agostinho:
“Em seus escritos [Agostinho] o encontramos vivo. Quando leio os escritos de Santo Agostinho, não tenho a impressão que se trata de um homem morto há mil e seiscentos anos, mas sinto-o como um homem de hoje: um amigo, um contemporâneo que me fala, que fala a nós com sua fé vigorosa e atual. Nele vemos a atualidade permanente de sua fé. Fé que vem de Cristo, Verbo Eterno encarnado, Filho de Deus e Filho do homem. E podemos ver que essa fé não é de ontem, mesmo tendo sido pregada ontem; é sempre de hoje, porque Cristo é realmente ontem, hoje e para sempre. Ele é o caminho, a verdade e a vida. Assim nos encoraja Agostinho a confiarmos neste Cristo sempre vivo e encontrar nele o caminho da vida.[3]



[1] TIAGO J. SANTOS FILHO, edição da Revista Fé para Hoje celebra a vida e obra de Agostinho de Hipona
[2] Bento XVI. Os Padres da Igreja (Campinas, SP: Eclesiae, 2012) .
[3] idem
A IMPORTÂNCIA DE AGOSTINHO NA REFORMA.

Uma das grandes belezas e seguranças da teologia bíblica, histórica e ortodoxa é que falta-lhe originalidade. A boa teologia é derivada da Palavra de Deus nas Escrituras, a qual tem sua origem através da inspiração do Espírito Santo. A teologia que honra a Deus é aquela que submete-se à autoproclamada autoridade das Escrituras e que, portanto, mantém-se no limite daquilo que foi revelado por Deus e ensinado pelos profetas e apóstolos. Nesse sentido é que a teologia não é e nem deve ser original e é por isso que, desde o fechamento do cânon, a ortodoxia cristã atravessa os séculos, as culturas e os poderes deste mundo com uma impressionante unidade e coerência em suas doutrinas mais basilares e importantes. Seus grandes dogmas são derivados da Bíblia.
Isso não quer dizer, todavia, que a teologia não deva buscar profundidade e desenvolvimento. Em grande medida, o produto teológico que temos hoje à nossa disposição, é fruto do labor criativo, zeloso e meticuloso empreendido por estudiosos da Palavra de Deus, ao longo da história. Então, se por um lado, no núcleo do que a fé cristã afirma hoje, do que a igreja cristã crê, estão aquelas doutrinas que foram cridas e ensinadas desde os apóstolos, por outro, os séculos de história cristã serviram para o desenvolvimento, aprofundamento, refinamento e apuração dessas doutrinas. Não há grandes novidades, mas houveram grandes progressões.

A INFLUÊNCIA DE AGOSTINHO
Um desses homens de Deus, dotado de uma mente criativa e intenso desejo de cavar mais profundamente na Palavra de Deus e que ajudou a pavimentar o caminho das grandes progressões do pensamento teológico foi o africano Agostinho de Tagaste (354-430), bispo de Hipona. Agostinho foi, provavelmente, o grande pensador cristão da Idade Média. Por quase dois mil anos sua produção teológica tem pautado os grandes debates do cristianismo e influenciado o pensamento e cultura do Ocidente. Do ponto de vista católico, Joseph Aloisius Ratzinger ratifica essa impressão, ao dizer: “Agostinho deixou uma marca profunda na vida cultural do Ocidente e de todo o mundo. Sua influência é vastíssima. (...) Raramente uma civilização encontrou um espírito tão grande, com ideias e formas que alimentariam gerações vindouras.”[1] A Reforma Protestante do século XVI, fundamental ao avivamento da fé e espiritualidade cristã, até então adoecida mortalmente pelo desvio teológico, corrupção e misticismo, deve a Agostinho o cerne de suas principais proposições, particularmente em questões como o pecado original, a graça de Deus, a salvação e a predestinação, além do exemplo de seu vigoroso ministério pastoral. O teólogo luterano Richard Balge, citando um colega, disse que: “Se Agostinho de Hipona tivesse vivido no tempo da Reforma, ele teria se juntado a Martinho Lutero”.[2] O teólogo presbiteriano B. B. Warfield, por sua vez, disse que “o sistema de doutrina ensinado por Calvino é somente o agostinianismo, conforme se vê em todos os demais reformadores. Pois, se a Reforma foi, do ponto de vista espiritual, um grande avivamento da religião, do ponto de vista teológico foi um grande reavivamento do agostinianismo”.[3] E o erudito batista Timothy George, ao falar da influência do pensamento agostiniano na Reforma, disse que “a linha principal da Reforma Protestante pode ser vista como uma aguda agostinianização do cristianismo.”[4]



[1] Bento XVI. Os Padres da Igreja (Campinas, SP: Eclesiae, 2012) p. 183-184.
[2] Richard D. Balge. Martin Luther, Agostinian (artigo publicado em http://www.wlsessays.net/§les/BalgeAugustinian. pdf), acessado em novembro de 2015
[3] Benjamin Breckinridge War§eld. John Calvin: the man and his work (»e Methodist Review, Outubro de 1909).
[4] Timothy George. Teologia dos Reformadores (São Paulo, SP: Edições Vida Nova, 2004).
O que é Teologia da Substituição?
A teologia da substituição "é a visão de que a igreja é o novo Israel ou verdade que tem substituído ou substituiu  Israel como o povo de Deus de forma permanente."[1] Outro termo, frequentemente encontrados nos círculos acadêmicos, à teologia da substituição é supersessionismo. A teologia da substituição tem sido o combustível que tem energizado anti-semitismo medieval, progromas da Europa de Leste, o Holocausto e desprezo contemporâneo para o moderno Estado de Israel. Mike Vlach observa: "A aceitação ou rejeição de supersessionismo também pode influenciar a forma como se vê o moderno Estado de Israel e os eventos no Oriente Médio."[2]  Onde quer que a teologia da substituição tem-se desenvolvido, os judeus tiveram que correr para se esconder.
Definição e Descrição
Preterista[3] e teólogo aliança, Kenneth Gentry teologia define-a substituição, que ele segura-o seguinte: "Nós acreditamos que a Igreja internacional superou para todos os tempos nacional Israel como a instituição. Para a administração da bênção divina para o mundo" [4] Nós dispensationalistas acreditam que a igreja é o atual instrumento através do qual Deus está trabalhando nesta era, mas Deus tem um tempo futuro em que Ele vai restaurar Israel nacional "como a instituição para a administração da bênção divina para o mundo." Gentry acrescenta à sua declaração inicial o seguinte embelezamento:
Ou seja, acreditamos que no desenrolar do plano de Deus na história, a Igreja cristã é a própria fruição do propósito redentor de Deus. Como tal, a Igreja multi-racial, internacional de Jesus Cristo substitui racial, Israel nacional como o foco do reino de Deus. (. Gal 6:16) Na verdade, acreditamos que a Igreja torna-se "o Israel de Deus", a "semente de Abraão" (Gl 3:29.), "A circuncisão" (Fp. 3: 3), o " templo de Deus "(Ef. 2: 19-22), e assim por diante. Acreditamos que judeus e gentios estão eternamente fundidos em um "homem novo" na Igreja de Jesus Cristo (Ef. 2: 12-18). Que Deus vos ajuntou não o separe o homem! [5]
Walt Kaiser diz-nos que a teologia da substituição ", declarou que a Igreja, semente espiritual de Abraão, tinha substituído Israel nacional em que tinha transcendido e cumpriu os termos da aliança dada a Israel, que aliança Israel tinha perdido por causa da desobediência." [6] Estudioso Europeia, Ronald Diprose, define a teologia da substituição da seguinte forma: "a Igreja completa e permanentemente substituído Israel étnico na elaboração do plano de Deus e como destinatário das promessas do Antigo Testamento dirigida a Israel."[7] Parece que supersessionismo acreditam que Israel é um "foi" e não tem futuro no plano de Deus. A Igreja herda todas as bênçãos, enquanto Israel se destina a suportar apenas maldições.
A ascensão de Teologia da Substituição
A teologia da substituição tem sido "o consenso da igreja a partir do meio do segundo século dC até os dias atuais, com poucas exceções." [8] Mesmo que os pais ante-Nicene eram predominantemente pré-milenarista em sua compreensão das coisas futuras, puseram um terreno que levaria ao surgimento e desenvolvimento da teologia da substituição. Premilenista Justino Mártir foi o primeiro a ver "a igreja cristã como" o verdadeiro Israel espiritual "(Dial. 11)" [9] em torno ad 160. A interpretação de Justino lançou as bases para a crença crescente de que a igreja havia substituído ou substituído Israel. "Mal-entendido de que cores a atitude da Igreja ao Judaísmo e contribui para o anti-semitismo", observa Peter Richardson.[10] E acrescenta: "Apesar dos muitos atributos, características, prerrogativas que são aplicados à anterior, a Igreja não é chamado Israel no NT A continuidade entre Israel e a Igreja é parcial;.. e a descontinuidade entre Israel bc e seu anúncio é continuação parcial "[11]
". A maior parte Escrituras de Israel [são] indeciso para a formação da doutrina cristã" Além disso, pelo tempo de Irineu, torna-se enraizada na teologia cristã que[12] Soulen continua: "Além de estreitar o foco temático do hebraico Escrituras para o problema do pecado e redenção, o modelo padrão também encurta as Escrituras Hebraicas em um sentido temporal. Como percebidos através da lente do modelo padrão, as Escrituras Hebraicas não se relacionam uma história que se estende indefinidamente no futuro. "[13] Kaiser pinta o seguinte quadro de desenvolvimento na igreja primitiva:
A teologia da substituição não é uma nova chegada na arena teológica, pois ela provavelmente tem suas origens em uma aliança político-eclesiástico início forjada entre Eusébio Panfília e o Imperador Constantino. Constantino, em relação a si mesmo como representante de Deus em seu papel como imperador, reuniram todos os bispos juntos no dia de sua tricennalia (30º aniversário do seu reinado), um evento, aliás, que ele via como o prenúncio do banquete messiânico escatológico. Os resultados dessa reunião, na mente de Eusébio, tornou desnecessária a distinguir mais tempo entre a Igreja e o Império, pois eles pareciam se fundem em um reino cumprida de Deus na Terra no tempo presente. Tal manobra, é claro, muito bem evacuado o papel e a importância do povo judeu em quaisquer considerações reino. Aqui começou o longo rastro de teologia da substituição. [14]
Os detalhes sobre o futuro de Israel, especialmente no Velho Testamento, estão simplesmente ausente como uma parte do desenvolvimento da teologia cristã. Jeffrey Siker cita esta questão como a principal razão para a deserdação dos judeus dentro da igreja cristã primitiva. "O primeiro fator é a ênfase diminuindo nas dimensões escatológicas da fé cristã". [15]
O Impacto da Teologia da Substituição
"A doutrina da teologia da substituição reflete uma ampla gama de pensamento cristão", observa Menachem Benhayim. "Do ódio anti-judaica totalmente maligno de simples mal-entendido e má aplicação dos textos bíblicos."[16] Uma vez que Israel é um tema encontrado em praticamente todas as páginas do Antigo e Novo Testamento, para obter que errado assunto só pode levar a uma mega -distorção da Escritura. Este fato tem sido o caso em toda a história da igreja.
Paulo diz em Romanos 11: 7-8 " Pois quê? O que Israel buscava não o alcançou; mas os eleitos o alcançaram, e os outros foram endurecidos. Como está escrito: Deus lhes deu espírito de profundo sono, olhos para não verem, e ouvidos para não ouvirem, até ao dia de hoje.". No entanto, esta história de mais durante a era da igreja tem sido uma atitude de arrogância para com rebeldes, escolhidos povo-Israel de Deus.
Tal atitude de arrogância tem levado a uma distorção de tantos ensinamentos bíblicos. A igreja muitas vezes alegoriza muitas partes da Bíblia, tanto do Antigo e do Novo Testamento, a fim de ensinar que, desde o tempo de Cristo Israel não tem direito à terra de Israel. Substituição teólogo Colin Chapman ofusca a questão da seguinte forma: "A vinda do reino de Deus através de Jesus, o Messias tem transformado e reinterpretadas todas as promessas e profecias do Antigo Testamento Jesus, o Messias, que viveu, morreu e ressuscitou da morte na terra, abriu o reino de Deus para as pessoas de todas as raças, fazendo com que todos os que o seguem em "uma nova humanidade" (Efésios 2:15, NVI)."[17] Como hebraico Christian Arnold Fruchtenbaum gosta de dizendo: "Enquanto a igreja é dito para ser um participante nas promessas de Israel no Novo Testamento, em nenhum lugar ela disse ser um tomador sobre as promessas de Israel."[18]
Conclusão
"A teologia da substituição é simplesmente uma má notícia tanto para a Igreja e Israel", [19] declara Kaiser. Não só a Bíblia distinguir entre o plano de Deus para Israel e Seu plano para a igreja, mas também ensina uma distinção entre indivíduos judeus salvos e perdidos. Esta é uma das coisas negadas pela teologia da substituição. Comentarista britânico CEB Canfield, que é de nenhuma maneira uma Bíblia batendo fundamentalista (um raro momento na academia), prevê o seguinte pedido de desculpas apropriado:
É apenas quando a Igreja persistir em recusar-se a aprender esta mensagem, onde ele secretamente, talvez inconscientemente! Aredita que sua própria existência é baseada na realização humana, e por isso não consegue compreender a misericórdia de Deus para si mesmo, que ele é incapaz de acreditar na misericórdia de Deus para Israel ainda descrente, e assim entretém a noção feio e anti-bíblica de que Deus rejeitou o Seu povo Israel e simplesmente substituí-lo pela Igreja Cristã. Estes três capítulos [Romanos 9-11] enfaticamente nos proíbem de falar da Igreja como tendo uma vez por todas tomado o lugar do povo judeu. . . . Mas a suposição de que a Igreja simplesmente substituiu Israel como o povo de Deus é extremamente comum. . . . E confesso com vergonha de ter me também utilizado na impressão em mais de uma ocasião esta linguagem da substituição de Israel por parte da Igreja. [20]
No entanto, hoje em dia, até mesmo alguns evangélicos, estão tentando desenvolver novas razões para substituir Israel com a igreja. Que Deus ajude todos nós a compreender a Sua Escritura mais claramente! Maranatha!



[1] Michael J. Vlach, "A Igreja como um substituto de Israel: Uma Análise do Supersessionismo," (tese de doutorado no Seminário Teológico Batista southeaster, Wake Forest, Carolina do Norte, 2004), p. xv.
[2] Vlach, "Substituição de Israel", p. 10
[3] Movimento divulgado por C.H.Dodd.
[4] Kenneth L. Gentry, Jr., "Supersessional Ortodoxia; sionista Sadismo," Dispensacionalismo em Transição, Vol. VI, N ° 2; De fevereiro, 1993
[5] Kenneth L. Gentry, Jr.,  Dispensacionalismo em Transição, Vol. VI, N ° 1; Jan. 1993, p. 1.
[6] Walter C. Kaiser, Jr., "Uma avaliação da" Teologia da Substituição "," Mishkan (No. 21; 1994)
[7] Ronald E. Diprose Israel ea Igreja: As origens e efeitos da Teologia da Substituição.
[8] H. Wayne House, "Apropriação da Igreja das Bênçãos de Israel" em H. Wayne House, editor, Israel: A terra e as pessoas (Grand Rapids: Kregel, 1998)
[9] R. Kendall Soulen, o Deus de Israel e Teologia Cristã (Minneapolis: Fortress Press, 1996)
[10] Peter Richardson, Israel Na Igreja Apostólica (Cambridge: At The University Press, 1969
[11] Richardson, Israel, p. 7.
[12] Kendall Soulen, o Deus de Israel e Teologia Cristã (Minneapolis: Fortress Press, 1996)
[13] Idem.
[14] Walter C. Kaiser, Jr., "Uma avaliação da" Teologia da Substituição "," Mishkan (No. 21; 1994)
[15] Jeffrey S. Siker, disinheriting Os judeus: Abraham em polêmica Early Christian (Louisville, KY: Westminster / John Knox Press, 1991), p. 194.
[16] Menachem Benhayim, "A Igreja substituiu o judeu Pessoas-A Response", Mishkan (No. 21; 1994), p. 31.
[17] Colin Chapman, Que Terra Prometida? A persistência da crise sobre Israel e Palestina (Grand Rapids: Baker, 2002).
[19] Walter C. Kaiser, Jr., "Uma avaliação da" Teologia da Substituição "," Mishkan (No. 21; 1994),
[20] CEB Cranfield, A Crítica e exegético sobre a Epístola aos Romanos, 2 vols. (Edinburgh: T & T Clark, 1979), vol. 2
RUMO A UMA TEOLOGIA DE ADORAÇÃO
Uma teologia resumida de adoração é essencial para fornecer um quadro para o nosso caminho.
1. Como Deus acima de tudo, o Senhor Todo-Poderoso é o nosso Criador, Sustentador, Redentor e como o Soberano do Universo, é digno de nossa adoração e merecedor de nosso louvor.[1]
2. O objetivo em nossa adoração não é apenas para cumprir uma condição prévia, reconhecendo o nosso lugar na ordem criada, mas é um meio ordenados por Deus para fazer avançar nossa restauração e reintegração nessa ordem.
3. A adoração é um presente de Deus para nós, para a nossa bênção mais do que sua. Seu objetivo não é a garantia de nossa adulação, mas nossa descoberta e realização de avanço em sua finalidade para nossa realização.
4. A adoração não é apenas um meio de reafirmar a dependência do homem em cima relacional, submissão a, e obediência diante de Deus; é o meio (através de graça) para restabelecer parceria do homem com Deus em governar a terra-um que começa em um presente prático, ainda parcial, realização e terá êxito após a vinda de Cristo até a realização completa e plena.[2]
5. Para os redimidos, a adoração é a chave essencial para recebê-a regra do reino de Deus na experiência humana: isto é, em nossos afazeres diários, nossas casas, nossas congregações, nossos assuntos de negócios, e as nossas cidades e nações.
6. A adoração é o principal meio para o estabelecimento de uma atmosfera [3]
(a) para a entrada de transformação da presença de Deus;
(b) para a entrada clara da Palavra de Deus;
(c) para a entrada de amor do Espírito de Deus; e
(d) para a entrada dinâmica das obras do poder de Deus.
7. Assim, a liderança precisa se aproximar da adoração com a convicção de que não estamos fornecendo um momento opcional, mas sim uma necessidade à vida cristã e ao culto total para Deus.
8. Com esse entendimento, temos de confrontar o fato de adoração bíblica
(a) sempre vai exigir a humilhação do orgulho humano através da adoração;
(b) deve ser adequadamente conduzido de acordo com os padrões divinos para a adoração; e
(c) vai regularmente manifestado na alegria transformadora e humildade destilação de adoração.[4]


O que é adoração?

A adoração é conversas entre Deus eo homem, um diálogo que deve ir em constante na vida de um cristão.
1. A adoração é dar a Deus e envolve toda uma vida de dar-Lhe o sacrifício que Ele pede: nossos ‘eus’ totais.
2. Adoração é a nossa resposta afirmativa à auto-revelação de Deus Uno e Trino.[5] Para o cristão, cada ato da vida é um ato de adoração quando é feito com amor que responde ao amor do Pai. Estar deve estar adorando constante, uma vez que a adoração pode ser dito para fornecer o metabolismo para a vida espiritual.
3. A adoração era o resultado da comunhão de amor entre o Criador e o homem e é o homem mais alto ponto pode chegar em resposta ao amor de Deus. É o primeiro e principal objetivo da eterna vocação do homem.
4. A adoração é uma expressão do coração de amor, adoração e louvor a Deus com uma atitude e reconhecimento de Sua supremacia e senhorio.
5. A adoração é um ato por um homem redimido, a criatura, em direção a Deus, seu Criador, pelo qual seus vontade, intelecto e as emoções gratidão responder em reverência, honra e devoção à revelação de Jesus Cristo.
6. Adorar significa "sentir no coração." Adoração significa também para expressar de alguma maneira adequada o que sentimos.
7. A verdadeira adoração e louvor são maravilha impressionante e amor avassalador na presença do nosso Deus.
8. A adoração é a capacidade de ampliar a Deus com todo o nosso ser-corpo, alma e espírito.[6]
9. O coração da verdadeira adoração é a vergonha que derrama fora do nosso interior sobre o Senhor Jesus Cristo em devoção carinhosa.
10. A adoração é fundamentalmente o Espírito de Deus dentro de nós entrar em contato com o Espírito da Divindade.
11. A adoração é a resposta do Espírito de Deus em nós para que o Espírito nEle pelo qual responder, "Abba, Pai", profunda clamarem a profundo.
12. A adoração é a atitude ideal normal de uma criatura racional devidamente relacionado com o Criador.
13. A adoração é o amor extravagante e extrema obediência.



[1] Jack Hayford, A Teologia da Adoração, Van Nuys, Califórnia., 1996.
[2] Jack Hayford, A Teologia da Adoração, Van Nuys, Califórnia., 1996.
[3] Sermão "levando as pessoas em adoração" por Judson Cornwall
[4] Sermão "levando as pessoas em adoração" por Judson Cornwall
[5] Harvey Cox, Fire From Heaven (Reading, Mass .: Addison-Wesley Publishing Company, 1995)
[6] Jack Hayford, A Teologia da Adoração, Van Nuys, Califórnia., 1996
POR UM PRINCÍPIO TEOLÓGICO PARA OS NOSSOS SERMÕES.


1. Fugir dos sermões Medíocres
O sermão medíocre e desinteressante produz o efeito de vazio e futilidade, em grande parte porque estabelece nenhuma ligação com os verdadeiros interesses da congregação.
Nossos pastores desconhecem muitas vezes as necessidades de seus congregados e circunstâncias da vida.
É terrível vermos e  observar o número de pregadores que comumente no domingo fazem peças religiosas no púlpito, absolutamente e não desejam estabelecer contato real com o pensamento ou interesses práticos de seus auditores. Eles perdem as preocupações vitais dos leigos que vêm esperando para ouvir palavras votos de inspiração.

2. Todo sermão deve ajudar os ouvintes a resolver algum problema
Algumas pessoas hoje descartam a "auto-ajuda" no sermão, um sermão que aborda as necessidades reais demonstra a relevância do evangelho.
Todo sermão deve ter para a sua atividade principal a resolução de algum problema, um problema importante e vital que deixam mente intrigante, sobrecarregando as consciências. Qualquer sermão que assim faz enfrentará um problema real, jogue mesmo um pouco de luz sobre ele, para ajudar algumas pessoas praticamente a encontrar o seu caminho através dele, sermões assim não pode ser completamente desinteressante.

3. O tema deve ser identificada precocemente no Sermão
Ouvintes querem saber de antemão onde o sermão está indo. As declarações de abertura devem captar a sua atenção e convencê-los a continuar a ouvir.
Dentro de um parágrafo ou dois depois de um sermão começar, vastas áreas de qualquer congregação deve começar reconhecendo que o pregador está abordando algo de vital importância para eles ... lidar com um assunto que está confuso sobre, ou uma maneira de eles vivem ter perigosamente experimentadas, ou uma experiência que tem desnorteados, ou um pecado que chegou perigosamente perto de destruir eles, ou um ideal que eles vêm tentando tornar real, ou uma necessidade que eles não souberam cumprir. De uma forma ou de outra, eles deveriam ver que ele está envolvido em um esforço sério e prático para indicar de forma justa um problema que realmente existe em suas vidas e, em seguida, para lançar luz sobre o que ele pode.

4. Abordar as necessidades das pessoas é a principal tarefa do Pregador.
Pessoas nos bancos encontrar sermões interessantes quando suas necessidades e preocupações são abordadas.
Qualquer pregador que mesmo com habilidade moderada está ajudando assim uma simples pessoa a resolver os seus problemas reais, esta mensagem está funcionando. Ele nunca faltará uma audiência.
Este pregador pode não ter nem eloquência nem aprendizado, mas ele está fazendo a única coisa que é um negócio de um pregador. Ele está a produzir os bens que a comunidade tem o direito de esperar do púlpito, tanto quanto ele tem o direito de esperar sapatos de um sapateiro. E se algum pregador não está fazendo isso, embora ele [pode] ter à sua disposição tanto erudição e oratória, ele não está funcionando em tudo.

5. Deixe a Bíblia para lançar luz sobre a vida moderna
Precisamos crer que a Bíblia tem grande poder para orientar as pessoas de todas as gerações.
Pois precisamos entender que a Bíblia possui luz para derramar sobre todos os tipos de problemas humanos agora e sempre. O que todos os grandes escritores da Bíblia estavam interessados ​​era reviver humano, construir um sentimento de buscar as coisas e os interesses de Deus, o pregador moderno não pode fugir deste propósito, que honra-los deve começar com isso, deverá visualizar claramente alguma necessidade real, perplexidade, pecado ou desejo em seus auditores, e, em seguida, deve lançar no problema toda a luz que ele pode encontrar na Escritura. Não importa o que sua teoria sobre a Bíblia é, esta é a abordagem eficaz para a pregação. A Bíblia é um holofote ... para ser jogado em cima de um local sombreado. E com isto pecados serem perdoados em Deus, Cristo seja exaltado e um fervor absoluto de ser cheio do Espírito Santo

7. Conheça o seu público
Os pregadores mais eficazes conhecem o seu público. Devemos exortar um ministério que se aproxime das pessoas e entender as lutas que eles enfrentam em uma base diária.
Um pregador sábio pode então construir seu sermão que não vai ser um monólogo dogmático, mas um diálogo de cooperação em que todos os tipos de coisas na mente da congregação - objeções, perguntas, dúvidas e confirmações - será trazido para a frente e razoavelmente tratadas. Isso requer clarividência, não do tipo místico e contrário as Escrituras, da parte do pregador, como o que as pessoas estão pensando.

8. Apreciar a diferença entre um ensaio e uma Sermão
Aqui jaz uma distinção básica entre um sermão e um ensaio uma grande quantidade de nossa pregação é que, embora ela consiste de discursos analíticos, puro, pertinentes aos problemas reais e, muitas vezes bem concebidas e bem formuladas, ele não faz nada para ninguém. Tais sermões não são sermões, mas ensaios.
É lamentável fácil pregar debilmente sobre o arrependimento, sem fazer qualquer um se sentir como se arrepender, ou para entregar um discurso realizado em paz, sem produzir qualquer desse artigo valioso nos auditores. Por outro lado, um verdadeiro pregador é criativo. Ele faz mais do que discutir um assunto; ele produz a coisa em si nas pessoas que a ouvem.

9. O objetivo da pregação é Transformação:
Transformação deve ser primordial na mente de cada pessoa que prepara um sermão, frequentemente quando ouvimos sermões modernos, ficamos com espanto. Como é que os pregadores esperaram fazer qualquer coisa na vida humana com tais discursos? Eles não vêm dentro atingindo distância de quaisquer motivos poderosos na conduta do homem.
Eles são marcados à argumentação em vez de criação. Eles produzem ensaios, o que significa que eles são essencialmente preocupados com a elucidação de um tema. Se eles estavam produzindo sermões seriam essencialmente preocupado com a transformação da personalidade.
Nossos sermões estão cheios de emoções, e pouca capacidade espiritual conquistada por unção, e unção se obtém com oração, e muita busca diante de Deus, e estes tipo de sermão gera sentimentalismo, entusiasmo, mas pouca e quase nenhuma transformação, peça a Deus e busque em suas Palavras relevância espiritual, mudança de conduta. Que as pessoas desejam não mais viverem neste estado caótico que vivem, e desejam que seus pecados sejam perdoados.

10. Efetiva Pregação Capacita as Pessoas
Um sermão que ressoa com os ouvintes move-los para refletir, agir, mudar e buscar mais informações e assistência, o ministro que compreender e enfrentar os problemas do seu rebanho, problemas, motivos, fracassos e desejos vai ver a transformação ter lugar em suas vidas.

As pessoas habitualmente surgem após o sermão, não para oferecer algum elogio sem graça, mas para dizer: "Como você sabia que eu estava enfrentando esse problema só esta semana? ou "Nós estávamos discutindo que importa muito no jantar ontem à noite," ou, melhor de tudo, “Eu acho que você iria entender o meu caso -? posso ter uma entrevista pessoal com você”  é o teste final do valor de um sermão: quantos indivíduos desejam ver o pregador sozinho ?

11. A pregação é desafiador, mas gratificante
Aqueles que estão comprometidos com a excelência na pregação sabe que a cada semana a tarefa inclui horas de pesquisa, escrita, reescrita, e ensaio mental. Consciente.
Na melhor das hipóteses, significa encharcando uma congregação com o próprio sangue. Mas, embora, como todos alta trabalho, que envolve concentração grave, trabalho, e de auto-despesas, ele pode ser tão emocionante como recriar no pregador a força que leva com ele, como boa agricultura substitui o solo que ele usa.

12. Os pregadores pobres pode melhorar
Ninguém precisa pregar sermões desinteressantes. A culpa geralmente não reside na qualidade essencial da mente ou do caráter do homem, mas em seus métodos equivocados. Ele foi indevidamente treinados, ou ele errou em uma abordagem com defeito, ou ele nunca tem visto claramente o que ele deveria estar tentando fazer em um sermão, e assim, não tendo nenhum objetivo, atinge o alvo apenas por acidente.
Tais problemas são corrigíveis. Aqueles que desejam melhorar suas habilidades de pregação pode fazê-lo, tendo cursos adicionais na pregação e falar em público; ler sobre a pregação; estudar os sermões de pregadores em circulação; e cuidadosamente ouvir outros oradores talentosos. Esses investimentos de tempo podem ajudar a empurrar um pregador comum no reino do extraordinário.

Ministros de hoje podem aprender muito com os homens e mulheres de Deus que vieram antes deles. Sabedoria adquirida a partir do passado pode ajudar a transformar vidas hoje.

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